Alguém desenhou e ninguém levantou. Eu levanto negócio há mais de dez anos — e ensino o que aprendi levantando.
Seis empresas, três cidades, sócios diferentes em cada uma. Umas dão lucro há anos, uma ainda é deficitária. É desse conjunto que sai o que eu tenho para ensinar — não de teoria.
A unidade principal. Franquia de comunicação e oratória, no Setor Marista, Goiânia.
Segunda unidade em Goiânia, em sociedade com Diego Amorim.
Unidade em Minas Gerais, com Luiz Neto. Ainda deficitária — e por isso a que mais ensina.
Desenvolvimento corporativo: treinamento in-company para empresas, com Diego Amorim.
Clube de networking empresarial, com encontros e rodadas de negócio entre associados.
Franquia de permutas, com Luiz Neto. Negócio que corre com o que a empresa já produz.
Vivo das empresas que construí — e é exatamente por isso que eu ensino.
O mercado de mentoria está cheio de gente cuja única obra é vender mentoria. Eu tenho folha de pagamento, aluguel que vence, sócio que cobra, unidade que dá prejuízo e cliente que reclama. Falo de dentro, não de cima.
Comecei vendendo. Depois precisei montar processo, porque vender sem estrutura derruba a operação. Depois precisei aprender a orçar, porque estrutura sem número quebra. Depois precisei aprender a liderar, porque nada disso se faz sozinho. Foi assim que descobri o que hoje chamo de os seis ofícios — não por teoria, mas porque cada buraco desses me custou dinheiro.
Hoje divido o tempo entre tocar as empresas, formar as equipes e ensinar isso para outros empresários. Nessa ordem.
Falo de dentro da obra, não de cima dela.
Todo dia tem uma decisão de arquiteto, uma de orçamentista e uma de mestre de obra esperando por mim. É desse cansaço específico que sai o que eu tenho para ensinar.
Talento abre a porta.
Ofício constrói o prédio.
Já vi gente brilhante quebrar por não saber orçar, e gente comum prosperar por ter aprendido a executar.
A maioria domina dois ofícios e trava ali: o visionário que nunca orça, o operacional que nunca projeta, o técnico que não lidera gente. Raro é quem percorre a obra inteira.
Desenhar o que ainda não existe. É a parte que todo mundo acha que é a mais importante — e a única que não constrói nada sozinha.
Quanto custa, de onde vem o dinheiro e quando ele acaba. É onde a maioria dos sonhos morre, e ninguém gosta de falar disso em palestra.
O que segura o peso quando o negócio cresce: processo, sistema, contrato, régua. Sem isso, crescer é o que derruba.
O que acontece hoje, na obra, com as mãos. Empresário que nunca desce ao canteiro perde o contato com a verdade do próprio negócio.
Ninguém levanta parede sozinho. Formar, cobrar, sustentar e substituir — a parte mais cara e a que menos se ensina.
Marca, atendimento, experiência. É o que faz alguém querer entrar — e o que quase todo negócio deixa por último e nunca faz.
Vinte e seis anos de mercado.
Nenhum deles em linha reta.
CELG, Inglaterra, LG, Simeon, SkyTech, Market X e Vox2You. Cada parada me deu um ofício.
Vinte e seis anos de mercado, e nenhum deles em linha reta. Cada parada aqui me deu um ofício — e só juntando todos eles é que a conta fechou.
A unidade Marista, depois Flamboyant e Araguari. Comunicação e oratória — e a escola virou o laboratório onde tudo o que eu tinha aprendido antes precisou funcionar junto.
Planejamento e expansão do negócio, respondendo tecnicamente pela inteligência de negócios do método O X do Varejo.
Comercial, marketing, planejamento e escritório de projetos. Depois, a operação técnica inteira: implantação, suporte, projetos e sucesso do cliente. Foi onde eu aprendi que vender sem entregar é dívida.
Resultado comercial nacional e o marketing inteiro: branding, canais de venda, inbound, SEO, mídia paga, pipeline e inteligência de mercado.
Cursos tecnológicos da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de Goiás. A primeira vez que ensinar virou ofício, e não favor.
Projeção de vendas, estudo de mercado e concorrência, e os parceiros estratégicos no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. Solution Selling, análise win/loss, indicadores comerciais — o ofício do orçamentista, aprendido na marra.
Equipe de venda e pós-venda, com a meta batida em cinco dos sete períodos.
O começo do zero, em outra língua e em outro país. Atendimento direto, negociação e leitura de campanha na ponta.
Oito anos. Formação de equipe técnica, gestão de contrato e de fornecedor. O primeiro ofício, e o que me ensinou a olhar sistema antes de olhar discurso.
Quatro anos vivendo e estudando no Reino Unido mudaram mais do que o inglês: mudaram a referência do que é padrão de serviço.
Análise de cenários, estudos avançados de finanças e criação de núcleo de inteligência — antecipar movimento de concorrente e tendência antes que virem fato.
Reconhecimento pela pesquisa sobre comportamento do consumidor na internet, comparando compradores brasileiros e ingleses. Representante de sala eleito pelos estudantes.
Certificação internacional de proficiência em inglês.
Formação da rede para donos de unidade.
Umas eu criei, outras eu ajudei a crescer, e em algumas eu fui só o sujeito que montou a área comercial. Todas ensinaram alguma coisa que hoje eu ensino.
Marista, Flamboyant e Araguari. Da primeira sala até a rede.
Treinamento in-company, com sistema próprio de ponta a ponta.
Comunidade empresarial, encontros e rodadas de negócio.
Negociar com o que a empresa já produz.
Comercial, marketing e operação técnica como diretor.
Head de vendas e a inteligência de negócios do método.
Como conversas poderosas criam negócios imbatíveis. O maior erro na comunicação é falar demais — e esquecer que a melhor forma de se comunicar é conversando de verdade, com presença e intenção.
Antes de querer vender, conecte. Escuta ativa, validação e presença aumentam a confiança — que é o principal fator de decisão numa negociação entre empresas.
Ser quem se é. O cérebro humano é programado para detectar incoerência. Ser autêntico não é só ética: é estratégia.
Falar o que importa, para quem importa. Entender o contexto do outro e adaptar a linguagem é o que separa conversa genérica de conversa de impacto.
Tirar do papo e levar para o movimento. A inércia é o maior sabotador da decisão — conversa que termina sem próximo passo não termina.
O poder de uma conversa não está apenas nas palavras ditas, mas na conexão que elas criam e nas mudanças que inspiram.
Todo empresário domina dois ou três ofícios e evita os outros. E aqui está o que faz a mentoria valer: o ofício que você evita é exatamente o que está travando a obra — e você não enxerga sozinho, porque quem evita não olha.
O ofício que você evita é o que está travando a obra.
A mentoria tem três camadas e uma ordem: primeiro quem você é, depois o que a empresa pede, e só então o plano.
O Mapa do Construtor: nos seis ofícios, qual é talento natural, qual é aprendido e qual é evitado. Autoconhecimento com medida, não conversa de sentimento.
Sua empresa está em que fase? Fundação, estrutura, execução ou acabamento? Cada fase exige um ofício diferente do dono.
O buraco entre o construtor que você é e o que a obra precisa agora. É aqui que mora o plano: desenvolver, delegar ou contratar.
Vinte e seis anos de trajetória contam o que eu já levantei. Esta seção conta o que está no canteiro hoje — porque quem ensina a construir precisa estar construindo alguma coisa. Este é o Tião: meu assistente pessoal, feito sob medida, rodando todo dia.

Lê-se Tião. Tecnologia de IA para Otimização. Eu falo uma vez — dirigindo, em geral — e ele entende, organiza, registra e, quando autorizado, executa.
“Bom dia, chefe. Três coisas hoje: reunião com o Diego às duas, o contrato venceu ontem, e o Luiz tá esperando resposta desde segunda.”
Por que isso está no meu site? Porque é o ofício 03 em exercício — a estrutura que segura o peso. Eu poderia dizer que acredito em sistema. Prefiro mostrar o que construí para mim mesmo. Quando esta obra terminar, entra outra aqui.
Perfil comportamental, temperamento e leitura facial não são entretenimento: são instrumentos. Publico os meus porque é difícil pedir que um empresário olhe para dentro enquanto eu escondo o que vi quando olhei.
Como me comporto naturalmente e como me adapto sob pressão — e a distância entre os dois, que é o que antecipa desgaste.
A leitura mais antiga que existe sobre como uma pessoa reage ao mundo: colérico, sanguíneo, melancólico e fleumático — e a mistura que cada um carrega.
O que a estrutura do rosto sugere sobre tendências de comportamento, na leitura de quem trabalha com isso.
Já achei que tinha chegado. E no auge do que eu chamava de sucesso se abriu um buraco no meu peito — eu nunca tinha estado tão vazio. O que eu achava que era sucesso e amor era ilusão, distração do mundo.
Na misericórdia de Deus, Ele se fez presente. Desde então, sucesso é honrar a Deus, é buscar ser melhor como pessoa, é alcançar o céu.
Fundação é a parte da obra que ninguém vê e sem a qual nada fica de pé. A minha é fé e família — Mariana, Joaquim e João.
Talento abre a porta; ofício constrói o prédio. Já vi gente brilhante quebrar por não saber orçar e gente comum prosperar por ter aprendido a executar.
Quem não olha o número está protegendo a si mesmo, não a equipe. A conta chega de qualquer jeito; a diferença é se você a viu chegando.
O empresário que só sabe fazer sozinho tem um teto baixo e não sabe disso. Formar gente é a parte mais cara, mais lenta e mais decisiva.
Tenho unidade que dá prejuízo. Falar disso não é fraqueza — é o que separa relato de propaganda, e é o que faz alguém acreditar no resto.
Descobri isso do jeito difícil. Prédio bonito e vazio por dentro continua sendo vazio, e um dia o vazio cobra.
A mentoria é para quem já tem operação rodando — com equipe, folha e cliente. Não é para ideia no papel: os seis ofícios só fazem sentido quando existe obra para diagnosticar.
É a que eu mais apresento, e a que tem método fechado. Para convenção, franqueadora e evento de rede, eu adapto a partir dos seis ofícios — mas converso antes para entender o que a plateia precisa ouvir.
A mentoria é comigo, individual, e olha para você — qual construtor você é e onde trava. A Rarus DC é treinamento dentro da empresa, com time e método, e quem responde por ela é a equipe dela, comigo e com o Diego.
Atendo. Palestra e treinamento presencial em qualquer lugar; mentoria roda online sem perder nada — boa parte dos meus encontros já é assim.
Depende do formato, do tamanho da equipe e do deslocamento. Prefiro conversar quinze minutos antes de mandar número: proposta feita sem entender o problema é chute com papel timbrado.
Palestra, mentoria ou treinamento para a sua empresa. Respondo pessoalmente.